Guia de Heidelberg: tudo o que você precisa saber


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Heidelberg é uma das cidades mais fofas que eu visitei até hoje na Alemanha. Pertinho de Frankfurt e na beira do rio Neckar (um afluente do rio Reno), merece mais atenção do que viajantes desavisados podem pensar em um primeiro momento. Foi lá que Martinho Lutero defendeu sua tese, é da pequena Heidelberg que saíram 55 prêmios Nobel (sim, 55 ganhadores estudaram ou lecionaram lá) e foi uma das cidades menos destruídas e afetadas pela segunda guerra. Além de tudo é linda, acolhedora e fotogênica. Por isso preparamos esse post recheado de dicas de Heidelberg para você planejar sua viagem. ♥

Quantos dias ficar em Heidelberg?

Fiquei impressionada ao descobrir que muitos dos turistas brasileiros escolhem fazer apenas um bate e volta para Heidelberg a partir de Frankfurt. 

Entendo que Frankfurt é uma cidade grande e que o bate e volta é uma opção possível e viável, mas no bate e volta a gente sempre perde um aspecto interessante das cidades: a vida noturna e local. E a vida noturna de Heidelberg é super gostosa, com agito sempre, afinal é uma cidade universitária. Além de tudo a cidade é tão bonitinha e agradável que merece pelo menos uma noite da sua viagem para conseguir aproveitar com calma. 

Explorar as charmosas ruas de Heidelberg é um passeio a parte.

Bom, eu disse pelo menos… a minha sugestão é ficar uma ou duas noites na cidade. Um dia completo e mais uma manhã ou a tarde são suficientes para conhecer quase todas as atrações turísticas e aproveitar tudo sem precisar correr apenas para dar um “check” nas atrações. Dois dias inteiros são ótimos para ir além dos pontos comuns, descobrir seus próprios segredos, explorar os bares e restaurantes além do centro histórico da cidade e aproveitar como um local. 

Onde ficar em Heidelberg? 

Definitivamente no Hotel Zum Ritter St. Georg pelo conjunto da obra. Nós ficamos lá e amamos toda a experiência. Começa que o hotel já é um ponto turístico oficial, pois a fachada e uma parte do prédio tem 425 anos, data de 1592 (o hotel é só um pouquinho mais velho que o nosso próprio país!). Segundo porque a localização é excelente, na Marktplatz, umas das praças principais da cidade no centro histórico, aos pés do castelo e na frente da Heiliggeistkirche (Igreja do Espírito Santo). Como se isso não bastasse, tem um café da manhã pra lá de bom e farto, com o melhor ovo mexido que já comi na vida (me arrependo até hoje de não ter perguntado o segredo daquela receita que tanto me marcou). E claro, os quartos e banheiros são ótimos também. 

Nossa hotel em Heidelberg é também atração turística na cidade

Na nossa próxima ida pretendemos ficar no Arthotel, que tem uma proposta totalmente diferente do Zum Ritter. Enquanto um é a celebração do estilo tradicional e clássico, o outro é a modernidade em pleno centro antigo de Heidelberg. O Arthotel segue a linda de hotel design, tem um quê de luxo acessível e também é uma excelente opção com uma boa localização. 

Para quem quer ainda mais opções, tente o Hotel Zur Alten Brücke, que fica na boca da ponte antiga, em uma localização privilegiada e que parece ser bom também, embora não tenhamos referências e relatos sobre ele. Ou o Hotel Hackteufel que também fica nesse miolinho.

No quesito localização, qualquer outro hotel perto dessas quatro opções será bem localizado (pela praticidade de fazer tudo a pé e estar no coração da cidade). Se estiver de carro e quiser ficar fora do centro para economizar ou pra sentir um outro lado da cidade, também vale! Dai é só ir no dia seguinte para o centro antigo, deixar o carro e fazer tudo a pé.

Veja mais opções de hotéis em Heidelberg

Como chegar em Heidelberg? 

É fácil chegar de carro e de trem a Heidelberg. Colocando a cidade no mapa, Heidelberg está a essa distância das principais cidades alemãs da região: 

Frankfurt – 90km (50 minutos de trem e 1h:10min de carro, em média).
Stuttgart– 120km de carro (1h:30min) ou 40 minutos de trem.
Nuremberg– 220km de carro (2h:15min).
Colônia – 250km de carro (2h:30min) ou 2 horas de trem.

A maioria das pessoas pega trem a partir de Frankfurt. Quem está de carro geralmente emenda uma parada no roteiro no trajeto entre a Rota Romântica e o lado oeste da Alemanha.

O que fazer em Heidelberg? 

Abaixo fizemos uma lista das principais atrações da cidade. Mas, quem deseja saber mais informações contextualizadas sobre o que vai visitar não pode perder o nosso próximo post “10 atrações imperdíveis em Heidelberg”. Saber o contexto histórico e cultural das atrações sempre faz uma viagem ficar mais interessante! 

-Castelo de Heidelberg (Schloss Heidelberg)

Parte do castelo de Heidelberg

Parte do castelo de Heidelberg

-Prisão dos Estudantes (Studentenkarzer)

-Ponte velha (Alte Brucke)

Cruzando a Alte Brucke no final do dia

-Igreja do Espírito Santo (Heiliggeistkirche)

-Biblioteca da Universidade de Heidelberg e antigo prédio da Universidade

Fachada do prédio antigo da universidade.

-Hauptstrasse (principal rua do centro histórico)

-Fachada do Hotel Zum Ritter St. Georg

-Caminho dos filósofos (Philosophenweg)

-Universidade de Heidelberg

-Parque Neckarwiesse, na beira do rio

-Mirante de Heidelberg

Onde comer em Heidelberg?

As opções são infinitas. E o melhor de tudo, essa é uma cidade bem preparada para o turismo, então a maioria dos atendentes nos restaurantes falam inglês e muitos dos estabelecimentos até tem menu nesse idioma.

Você encontra de comida típica ao sempre seguro hamburger. E foi exatamente essas duas opções que provamos na nossa visita. Fomos no tradicional Vetter’s Alt Heidelberger Brauhaus para comer comida típica e beber a cerveja produzida na casa. Nessa mesma rua (Steingasse) há uma variedade bem boa e confiável de restaurantes para ir. Opções para todos os gostos, da comida alemã a japonesa e também cafés, sorveterias e bares.

Depois do farto café da manhã do hotel, só fomos ter fome lá para as cinco da tarde, quando fomos na descolada hamburgueria Hans Im Gluck (tem em outras cidades também), na Marktplaz. Hamburguer e batatas super gostosas em um ambiente agradabilíssimo.

Nessa ida ficamos apenas no circuito mais turístico, mas adoraria voltar para explorar opções fora da rota, como o bar Ginsburg ou o bonitinho River Café, dois lugares que olhamos e gostamos, mas não conseguimos ir. Bom, mais um motivo para voltar, certo?


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