O que fazer em Santos: dicas para todos os gostos


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A cerca de uma hora de São Paulo, Santos pode ser uma boa escapada de final de semana. A cidade também é passagem obrigatória para quem viaja de navio, portanto pode ser uma das paradas da viagem ou uma esticada de uns dias antes ou depois do cruzeiro. Se interessou? Então confere aqui as minhas dicas de o que fazer em Santos!

Nasci e cresci em Santos e estou todo mês na cidade, onde meus pais ainda moram. Portanto, tudo sobre o que fazer em Santos é comigo mesmo! Compartilho agora as minhas dicas, das mais tradicionais aos segredinhos.

Santos é mais do que praia, mas ela pode ser bem gostosa também

De antemão, já digo que Santos é bem mais do que a praia. A cidade tem muita história e também é uma boa opção para quem quer outros tipos de lazer e para crianças.

Um pouco de história e contexto

A cidade de Santos foi fundada em 1546, ou seja, é uma das primeiras do Brasil – e está colada na primeira, São Vicente. Desde o começo, ela tinha papel importante na economia do país por causa do porto, que inicialmente funcionava de forma rudimentar. Em 1892, o porto foi inaugurado de forma maior e mais estruturada e logo se tornou a principal forma de exportação do café. Ele também evoluiu para se transformar no maior porto da América Latina, título que ainda detém.

Hoje, a cidade tem pouco mais de 430 mil habitantes e é a maior da região da Baixada Santista. Santos também é considerada a 5a cidade com a melhor qualidade de vida do país.

Os canais de Santos

Foto: Wikimedia Commons

Antes de mais nada, é preciso conhecer os canais de Santos. Eles começaram a ser inaugurados no começo do século XX, e são obra do sanitarista Saturnino de Brito. Eles foram feitos como um programa sanitário, com o objetivo de drenar as águas na cidade, que alagava e trazia riscos à saúde da população.

Com o tempo, os canais foram muito além de função prática e se tornaram o maior símbolo da cidade. Por causa deles, alguns chamam – muito generosamente, é verdade – a cidade de Veneza brasileira. Hoje o desenho das muretinhas dos canais estão em todos os souvenirs, pode reparar.

Eles são numerados de 1 a 7. É importante saber disso porque os canais são a principal referência de localização em Santos. Quando um santista pergunta a outro onde mora, a resposta vem com o número do canal mais próximo.

Para referência, o canal 1 é o mais próximo de São Vicente, à direita de quem olha para o mar. O canal 7, por sua vez, é o que fica mais perto da balsa para o Guarujá, na ponta esquerda da praia.

Onde se hospedar em Santos

Na minha opinião, as melhores regiões para se hospedar em Santos são entre o canal 2 e 4, nos bairros do Gonzaga (que vai do 2 ao 3) e do Boqueirão (que vai do 3 ao 4). Além disso, acho importante ficar o mais próximo possível da praia.

Quanto a acomodação em si, a boa aqui é apostar nos hotéis de rede. Há três opções de Ibis perfeitas: um normal e um Budget ali no Gonzaga, e um normal no Valongo, que é perto do porto, para quem precisa embarcar cedo em um cruzeiro (e só recomendo essa unidade neste caso, a localização é muito ruim para passear pela cidade).

Quem quer mais conforto pode apostar no Sheraton, o melhor hotel da cidade atualmente, que apesar de estar fora da região que eu recomendei, ainda é bem localizado. O Parque Balneário é a opção mais tradicional e de altíssima qualidade (e localização melhor do que esta, impossível).

O que fazer em Santos: Para quem gosta de história

Casa da Frontaria Azulejada – Foto: Carol Fariah/Turismo Santos

Como eu disse lá no começo, Santos é uma cidade bem antiga para os padrões brasileiros. Apesar de já ter sido bem alterado, algumas características do Centro Histórico foram muito bem preservadas e por isso inúmeras cenas de novelas e filmes de época já foram gravadas ali.

Se você gosta de história, não deixe de separar um dia no seu roteiro para conhecer o Centro Histórico de Santos. Alguns dos principais pontos ali são:

Casa da Frontaria Azulejada

Essa é uma parada obrigatória para quem gosta de arquitetura. Essa casa era inicialmente uma residência e um armazém, mas hoje é um espaço cultural – e um incrível cenário de fotos com seus mais de 7 mil azulejos portugueses cobrindo toda a frente do imóvel.

Praça Mauá e Rua Quinze de Novembro

A Praça Mauá é o coração do centro da cidade. Nela está o belo prédio da Prefeitura e todo aquele clima movimentado de centro de cidade. Pegando a Rua Riachuelo você logo cai na Rua Quinze de Novembro, que é onde a carinha de lugar antigo está melhor preservada. é nela também que está a Bolsa do Café.

Bolsa do Café

O símbolo máximo do Centro Histórico é a Bolsa do Café. O lugar tem uma importância histórica enorme, já que ali é onde era negociado o café produzido no interior do estado, antes de embarcar nos navios para exportação.

Hoje em dia, ali funciona o Museu do Café, passeio obrigatório para quem quer conhecer a história da cidade. No final da visita, não deixe de passar no café do museu.

Estação do Valongo

A Estação do Valongo foi a primeira estação de trem do estado de São Paulo. Hoje, ela não funciona mais com esse propósito, mas sua fachada é completamente preservada e um deleite para os fãs de arquitetura.

Ali acontece o embarque e desembarque dos passeios de bondinho. Dentro fica o restaurante-escola, um bistrô voltado a qualificação de jovens em situação de vulnerabilidade – ótima pedida para um almoço no centro.

O bonde turístico saindo da estação do Valongo – Foto: Reprodução/Turismo Santos

Bonde turístico

O bonde que um dia serviu de transporte público foi restaurado e transformado em atração turística. Recomendo muito o passeio, que além de divertido por si só, é um ótimo panorama inicial do Centro Histórico, principalmente porque no bonde vai um guia explicando os principais pontos da região.

Para os fãs de futebol

Tour na Vila Belmiro

Eu que sou corintiana e não muito fã de futebol, já fiz o tour na Vila Belmiro, o estádio do Santos, mais de uma vez e achei bem bacana. O Memorial das Conquistas é bem organizado e a visita completa dá direito a conhecer ainda o vestiário, a sala de imprensa e o campo, além do museu – tudo acompanhado de um guia. Fique atento porque a visita não é possível em dias de jogos!

Museu Pelé

Depois de inúmeros anos no papel, o Museu Pelé finalmente virou realidade em 2014. Ele, claro, conta a história do Rei do futebol em uma exposição muito bem curada. Uma coisa bacana do Museu Pelé é que ele fica em um dos casarões antigos do Centro Histórico, que foi completamente restaurado e por dentro tem uma arquitetura moderna integrada com o antigo. Vale muito a visita!

Para quem gosta de mar

Como boa caiçara, eu adoro o mar e tudo que o envolve. Essa seção contém os meus lugares preferidos da cidade, perfeitos para continuar no clima depois de sair da praia.

Museu de Pesca

A ossada da baleia no Museu de Pesca – Foto: Wikimedia Commons

Em um enorme casarão branco em frente à praia está o Museu de Pesca, que apesar do nome, não se restringe só a retratar essa atividade. O passeio por lá é interativo e muito informativo e costuma agradar a todas as idades. O ponto alto é a sala com um esqueleto de baleia.

Aquário

Quando eu era criança, o Aquário do Guarujá era o auge, mas com o tempo, o estabelecimento da cidade vizinha ficou bem decadente e, por outro lado, a instituição santista passou por algumas reformas e também foi expandida. Hoje em dia, a visita ao Aquário de Santos é bem completa e interessante, principalmente para os pequenos.

Passeio de escuna

O passeio de escuna é aquela coisa beeem turistona, com música e um barco lotado, principalmente no alto verão. Mesmo assim, eu já fiz esse passeio algumas vezes e acho que vale a pena. Ele tem parada para mergulho, uma vista legal da orla e até uma voltinha pelo porto.

O passeio de escuna sai da Ponte Edgar Perdigão, na Ponta da Praia, e custa cerca de R$ 50. Há diversos horários ao longo do dia. Confira mais informações aqui.

Para ver belas vistas

Monte Serrat

O funicular do Monte Serrat já é um passeio em si – Foto: Francisco Arrais/Turismo Santos

Antigamente, quando era permitido, no topo do Monte Serrat funcionava um cassino. Já há muitos anos, ali é um espaço de eventos, onde há também uma capela e um café. Essa é uma opção muito bacana para quem quiser curtir belas vistas. De lá você vê o porto e boa parte da cidade e garanto que o visual é lindo.

Os corajosos podem ir até lá gratuitamente subindo a escadaria (que é famosa pela descida de bike cross). Mas é muita coisa, viu? Eu nunca subi de escada e nem recomendaria a não ser que você esteja querendo o desafio esportivo ou a promessa religiosa (também bem comum por ali).

Para grande parte do público, a subida é feita de funicular, que é já parte divertida do passeio. Confira o site oficial para ver preços e horário de funcionamento.

Ilha Porchat

Para uma vista completamente diferente, vale a pena ir até a Ilha Porchat, que fica bem na divisa entre Santos e São Vicente. O lugar é um morro em uma península, na verdade, apesar do nome de ilha. Lá em cima há um mirante projetado por Oscar Niemeyer chamado Memorial dos 500 anos, inaugurado em 2002, mas em comemoração ao meio milênio do “descobrimento” do Brasil. O lugar tem uma vista linda da praia de Santos para a direita e de São Vicente para a esquerda.

Eu e meus pais levamos todo mundo que nos visita lá no mirante da Ilha Porchat e eu particularmente gosto da vista de noite, com a praia toda iluminada. Quem se animar, pode almoçar ou jantar no restaurante Terraço Chopp, que fica bem ali.

A vista do restaurante Terraço Chopp – Foto: Reprodução/Terraço Chopp

Teleférico de São Vicente

Aqui eu roubei um pouco e peguei a atração da cidade vizinha, mas é que ela fica bem pertinho da divisa. O teleférico, além de divertido por si só, também te leva ao Morro da Asa Delta, que tem uma das vistas mais lindas da Baixada Santista. Mas atenção, se você tem medo de altura, não se arrisque!

Para curtir ao ar livre

Emissário Submarino

Na divisa entre Santos e São Vicente está o Emissário Submarino, que é como um parque bem em cima do mar. Esse nome esquisito e porque o parque esta em cima dos dutos que lancam no mar o esgoto tratado da regiao (nao se preocupe, é tratado, não tem cheiro de esgoto).

Além da vista, da brisa gostosa do mar, e do espaço para brincadeiras e prática de esportes, ali também tem o Museu do Surf, uma pista de skate – nomeada em homenagem ao maior skatista da cidade, o Chorão – e uma arquibancada para assistir os surfistas. Tudo isso é coroado por uma belíssima escultura da Tomie Ohtake, que rende fotos incríveis.

Orquidário

A entrada super charmosa do orquidário – Foto: Valmirez/Flickr

Um orquidário é como um jardim de orquídeas, certo? Mas, na prática, o orquidário também é parque, parquinho infantil e mini zoológico. Passeio certeiro para crianças.

Praia e jardim da praia

Para terminar, a praia, claro. A praia de Santos é uma só. Apesar de ganhar nomes diferentes com as mudanças dos canais, a faixa de areia é a mesma. Tenho que admitir que em beleza ela não é lá essas coisas mesmo. A areia é escura, o que deixa a água do mar também escura.

No entanto, a praia de Santos tem suas vantagens. A primeira é estar a apenas 1 hora de São Paulo, sendo uma opção bem prática para quem quer por um pezinho no mar. A segunda é o fato de que o mar é SUPER tranquilo e não tem tombo, perfeito para crianças.

A praia de Santos também tem muita estrutura, com inúmeras opções de comida e bebida nos carrinhos, ambulantes e também nos quiosques.

Agora, a principal atração turística da praia de Santos é o jardim. Ele já foi consolidado pelo Guinness World Records como o maior jardim à beira-mar do mundo. São 8km de extensão e o passeio por ali é gostoso de dia ou de noite.

O pôr do sol em Santos, quando não está chovendo, é bem bonito, com o sol se ponto no mar. O jardim da praia é um bom ponto para vê-lo

Uma dica especial para quem vai com crianças é a Fonte do Sapo, lugar onde passei boa parte da minha infância. É uma praça, com uma fonte no meio, claro, onde as crianças ficam andando de bicicleta, patins e afins. A Fonte do Sapo fica no jardim da praia, entre os canais 5 e 6, quase em frente ao McDonald’s, não tem como perder.

Para bater perna

Gonzaga

O coração do comércio da cidade está no bairro do Gonzaga, entre os canais 2 e 3. Ali estão os shoppings Parque Balneário, Miramar e Pátio Iporanga. Também há inúmeras lojas de rua, bares, restaurantes e muito mais, principalmente nas imediações da Praça Independência.

Super Centro Comercial do Boqueirão

Se quiser bater perna em um espaço menor e coberto (importante já que chove muito em Santos) a dica é o Super Centro Comercial do Boqueirão, conhecido só como Super Centro.

Esse lugar faz parte da história de todo santista. Eu mesma cresci frequentando o lugar toda semana, seja para compras, acompanhando minha mãe em um cafézinho ou tomando um lanche depois da aula.

Para quem gosta de arte

Pinacoteca Benedito Calixto

A Pinacoteca Benedito Calixto fica em um lindo casarão em frente à praia. Para ser bem sincera, a exposição permanente não é lá essas coisas, mas vale conferir qual exposição temporária está rolando. De qualquer forma, também recomendo a visita só pelo local e pelos seus deliciosos jardins.

Museu de Arte Sacra

Completamente fora do roteiro turístico mais tradicional, o Museu de Arte Sacra tem uma coleção muito bem curada e é uma opção interessante para quem quer sair do lugar-comum. Admito que a recomendação é um pouco enviesada, já que meu pai foi o historiador responsável pelo museu por alguns anos. Mas se você gosta de um bom segredo de viagem, não deixe passar essa dica!

A visita ao Museu de Arte Sacra vai bem combinada com o passeio no Centro Histórico e no Monte Serrat. Quem passa por Santos só para viajar de navio, se tiver tempo para apenas um passeio, o Museu de Arte Sacra fica bem em frente ao Ibis do centro, então pode ser uma boa.

Onde comer em Santos

Restaurantes tradicionais

São Paulo

Culinária brasileira de dia a dia, em pratos muito bem servidos. Recomendo o bife à cubana.

Mar del Plata

Para frutos do mar e peixes, como a tradicional Meca Santista.

Almeida

Aos sábados, a feijoada é no Almeida. Em ambiente simples e antigo, a qualidade do prato continua atual.

Babbo Américo

Para uma boa massa, com muito molho e fartura, o ideal é o Babbo Américo, antiga Cantina Liliana (os donos do Liliana romperam e um ficou com o nome e outro com o ponto, sob o nome Babbo Américo, e com a tradição).

Estrela

O salão do Estrela é bem simples, mas ao fundo podemos ver fotos da tradição do local

Se a sua praia é comida japonesa simples e deliciosa, no Estrela não tem erro. Esse restaurante sem nada de luxo – e nem de charme, para ser sincera –, fica dentro de um clube de descendentes de japoneses, o Estrela de Ouro, e é certeiro para todos os santistas.

Veneza

Churrascaria com diversas opções de espetos, acompanhados de uma salada simples e um molho de cebola especial, que eu não abro mão.

Kokimbos

Para dividir uma boa pizza com a turma ou a família, a Kokimbos é a minha favorita.

Bares e restaurantes contemporâneos

BarAçaí

Meu lugar preferido na cidade, com boas taças de açaí em um ambiente charmoso. Para uma fominha leve, recomendo muito o wrapmaki.

D’Boa

Ambiente descolado que é sucesso máximo entre jovens. O D’Boa tem três unidades, cada uma com uma especialidade. A primeira é focada na culinária japonesa, a segunda, na mexicana, e a terceira traz opções latinas.

Revo Manufactory

O Revo é o queridinho dos guias da cidade atualmente. Lá você encontra desde um bom brunch, até uma ótima pizza, passando por sanduíches e pratos simples. Para completar, o ambiente é bem bonito.

Pizzaria di Casabona

O local é bem pequeno, assim como o cardápio, mas as pizzas em estilo napolitano ganham no sabor. Ela fica em uma rua que tem se desenvolvido como point gastronômico da cidade.

Creperia da Praia

Outro lugar que eu amo muito na cidade. Os crepes, muito bem recheados, fariam qualquer francês infartar, mas são deliciosos, sempre servidos com salada e um molho. Entre os doces, meu favorito pessoal é de doce de leite com nozes.

Madê

Primeira casa de Dário Costa na cidade, o vice-campeão da primeira edição do Masterchef Profissionais e campeão do Mestre do Sabor. O Madê tem um cardápio refinado e é uma opção certeira para uma noite especial.

Paru

O visual do Paru, no mezanino do novo Mercado de Peixe, é moderno e descontraído – Foto: Facebook/Paru

Outro dos empreendimentos de Dário, esse com uma pegada bem mais simples, até porque fica dentro do novíssimo mercado de peixes de Santos. Aqui, o passeio é dois em um.

Cafés e docerias

Garni Lab

Atualmente não tem lugar melhor em Santos para comer um bom doce do que o Garni Lab. Ele fica naquela mesma rua point gastronômico que mencionei acima. Além dos doces e alguns salgados divinos, elas servem também um cafézinho coado para acompanhar.

Bistrô Calixto

No jardim da Pinacoteca Benedito Calixto, que já é uma delícia por si só, fica o cafézinho mais agradável da cidade. Lá também é servido almoço, mas gosto especialmente do local para um café da tarde.

Dona Flor

Se estiver passeando pelo Super Centro e bater aquela vontade de um café ou um docinho, a Dona Flor é uma dica infalível.

Bossa Café e Bistrô

Minha mais recente descoberta foi o Bossa, que tem ambiente fofo e uma seleção de bebidas doces bem interessante.

O que fazer à noite em Santos

Confesso que essa parte é a que estou mais desatualizada, já que meus tempos de noitada em Santos ficaram no passado, mas acho que ainda sou capaz de dar algumas dicas.

Moby

Além de balada, o Moby também funciona como bar, com uma deliciosa área aberta em frente à praia – Foto: Facebook/Moby

Se você não dispensa uma boa balada, mas não quer nada muito pretensioso, a Moby é sempre uma boa opção. Essa balada já foi restaurante e em meio a muitas ondas e aberturas e fechamentos dos lugares mais quentes da cidade, o Moby segue se reinventando e resiste.

Ativa/Cola na Base/Curvão Surf House

Esses três locais aparecem aqui juntos porque eu os classifico como o mesmo tipo de rolê. São bares bem descolados onde você vai encontrar opções honestas de drinks ou cerveja do tipo long neck. Geralmente há pessoas sentadas em mesas, em cadeiras de praia ou em pé batendo papo com os amigos. Tudo bem tranquilo e confortável, mas sem ser apenas um boteco.

Layback Park

Com um clima mais urbano, o Layback Park é um lugar composto de vários containers, onde você vai encontrar uma seleção variadas de bares e lanchonetes, com diversos tipos de comida. No fundo, fica uma pista de skate chamada Chorão Skate Park.

Quiosques

Uma noitada tipicamente santista muitas vezes acaba nos quiosques da praia. Nos últimos anos, os quiosques da praia atingiram um novo patamar e muitas vezes todo o rolê fica por lá.

Para chopp de qualidade e bons hambúrgueres, vá ao quiosque do Cinza (canal 3) ou ao Burgman (em frente a Igreja do Embaré), que viraram verdadeiros points. Agora para um lanche extremamente tradicional, a pedida é o quiosque do Edson, no canal 5, que serve sanduíches gigantescos.

E já que estamos falando de quiosques, não deixe de experimentar a cocada cheeeia de leite condensado do Zé do Coco (canal 6).

Tolentino Filgueiras

Para comer e beber, a Rua Tolentino Filgueiras é recheada de opções. Se você estiver na dúvida do que está com vontade, vá até lá e caminhe dando uma olhada na grande variedade de opções entre a Avenida Ana Costa e o Canal 3.

Leia também: 9 bate e voltas de São Paulo


Conta pra mim, você achava que Santos tinha tantas opções de coisas para fazer? Qual dessas é mais sua praia?

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