Roteiro de 7 dias em Nova York


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Um roteiro de viagem para Nova York pode ser montado de um milhão de maneiras diferentes. Pode ter como foco gastronomia e arte e cultura, ou baladas e compras, por exemplo. Após escrevermos uma sugestão de roteiro para quem ainda não conhece NYC e quer passar 3 dias na cidade e outra sugestão para quem fica 5 dias, hoje escrevemos para quem vai passar uma semana (roteiro de 7 dias em Nova York).

Para facilitar a divisão de atrações e visando otimizar o tempo ao evitar se locomover muito entre um ponto e outro da cidade, dividimos esse roteiro por regiões. Ele foi pensando em dias isolados, então a ordem pode ser decidida por você!

Leia também: Em que região se hospedar em Nova York, um guia com os melhores bairros

Dia 1 – Downtown

Começamos conhecendo o sul da ilha. Comece pelo Battery Park, que tem uma vista bacana para a Estátua da Liberdade e suba a pé passando pelo Charging Bull (o touro das bolas de ouro) e pela Wall Street. Daqui siga até o Memorial 11 de setembro, onde estão as duas piscinas nos lugares onde estavam os prédios, o museu e o One World, prédio novo e que tem no topo um observatório, a entrada é paga e cara, mas tem uma das mais belas vistas da cidade. Você também pode subir no Empire States ou no Top of the Rock, ambos em Midtown.

Battery Park no sul de Nova York. Um parque super gostoso para passar o dia, principalmente no verão da Big Apple.

Battery Park

sul_manhattan_NYC

No fundo, One World Trade Center

Um passeio opcional para se fazer no dia de hoje é pegar o barco até a famosa Lady Liberty (Estátua da Liberdade). Muitas pessoas tem uma opinião contrária a minha, mas eu acho esse passeio um pouco chato e minha opinião é que só vale a pena fazê-lo se você tem pelo menos sete dias na cidade, por isso que eu incluo esse passeio aqui e não nos roteiros com menos dias.

Pegue um taxi ou metrô até o Soho, e aproveite um dos bairros mais gostosos e descolados de Nova York. Explore toda a região do Soho, da Little Italy, Nolita (North of Little Italy) e Noho (North of Soho). Falando assim parece muita coisa para conhecer, mas essas regiões são pequenas, como se fossem sub bairros dentro de um bairro maior e é tranquilo andar por lá observando as vitrines, fazendo compras e com uma pausa para um almoço ou um café da tarde.

Opções para o almoço: Café Habana (lanches rápidos e um milho maravilhoso), La Esquina (restaurante mexicano), o super tradicional Balthazar (comida francesa) ou The Dutch, uma opção menos conhecida pelos turistas.

Conheça 3 restaurantes mexicanos imperdíveis em NYC

A tarde pode ser passada explorando o West Village, um dos bairros mais antigos e icônicos de Nova York e que tem os famosos prédios de tijolinhos vermelhos, os red bricks buildings. Para os fãs de seriados de TV, o prédio que era o da fachada de Friends fica aqui em uma rua super fofa, e o prédio da Carrie Bradshaw do Sex and the City também.

Prédio em Nova York que servia de fachada para a série de TV Friends. Em Greenwich Village, já virou atração turística do bairro!

Prédio que era a fachada do Friends

É aqui que moram muitos artistas e famosos. O melhor é subir até o Washington Square Park e caminhar pela Bleecker St., que tem várias lojas bacanas que agradam todos os tipos e estilos e uma loja de cupcakes deliciosa, a Molly’s Cupcake (a Magnólia Bakery também fica na Bleecker), e depois se aventurar entrando nas ruas mais tortuosas do bairro.

Cupcake de Oreo no Molly's cupcake

Cupcake de Oreo no Molly’s cupcake

A noite, conheça a animada região do Lower East Side.
Nesse post demos duas dicas de bares escondidos no bairro. Há muitos bares e baladas por aqui e de todos os estilos possíveis.
Para quem gosta de sair a noite, mas prefere um restaurante mais arrumado e com uma boa comida, a dica é o Beauty and Essex, que tem música e bastante gente (faça reserva) e até vira uma baladinha no segundo andar aos finais de semana.

Dia 2 – Midtown

Midtown para mim é o exemplo perfeito da loucura de Nova York e da “Cidade que nunca dorme”, aqui tudo está sempre lotado, cheio de gente e de luzes. E é aqui também que estão grande parte das atrações da cidade, como a famosa Times Square. Comece por ela e já garanta um ingresso para algum espetáculo da Broadway a noite. Já demos dicas de como conseguir ingressos mais baratos para a Broadway, e contamos também quais peças e musicais que estão bombando na cidade.

Leia mais: Aladdin na Broadway: ingressos e dicas úteis
Leia mais: O Rei Leão: ingressos e dicas úteis

Daqui você pode descer caminhando até a Harald Square e, então, até o Empire States (você pode subir ao topo do prédio). Depois, suba em direção ao Bryant Park que é uma gracinha e tem pista de patinação no inverno, e aproveite para conhecer a Public Library, famosa biblioteca pública e cenário de vários filmes famosos que se passam em NY.

Caminhe mais um pouco até o Grand Central Terminal, a estação de trem, e admire o prédio que fica na frente da estação, o Chrysler Building, que já chegou a ser um dos mais altos dos Estados Unidos (hoje é o sétimo) e tem uma arquitetura Art Déco super bonita.

Grand Central Terminal

Grand Central Terminal

Volte até a Quinta Avenida e suba por ela. Você vai passar pelo Rockfeller Center (aqui é possível subir no Top of the Rock), se continuar subindo estará bem pertinho do Moma, o Museu de Artes Moderna. Quase chegando no Central Park, está a famosa loja quadrada de vidro da Apple e, do outro lado da rua, o Hotel Plaza (que tem o mercado gastronômico Plaza Food Hall).

Sabe aquela escultura escrito LOVE em vermelho? Ela está aqui pertinho, na rua 55th com a 6a avenida. Nas redondezas também está a escultura HOPE, na 53th com a 7a avenida.

Escultura_HOPE

Para finalizar, assista a peça que você comprou no começo do dia! =)

Dia 3 – Uptown

Uma região um pouco menos frequentada pelos turistas, se compararmos com Downtown e Midtown, mas que tem uma atmosfera totalmente diferente e muito interessante de se conhecer.

Na altura da rua 100 está a Cathedral of Saint John the Divine (Catedral de São João, o Divino), uma das maiores Igrejas cristãs do mundo (quarta maior) e a maior dos Estados Unidos. É super imponente e bonita. Lá pertinho, do lado da Catedral fica a Columbia University, uma das famosas Universidades da Ivy League e dos Estados Unidos.

Catedral Saint John the Divine, em Uptown Manhattan, em Nova York. Uma atração surpreendente ao norte da ilha, perto da Universidade de Columbia e do Harlem.

Catedral Saint John the Divine

Se você estiver na cidade durante um domingo, deixe para ir a Uptown nesse dia e vá em uma das famosas missas gospel no Harlem, com as típicas cantoras negras e aquela alegria que a gente vê nos filmes americanos (bem “Mudança de Hábito”).

Depois, a dica é seguir com um brunch no Red Hooster, que é super gostoso, tem um ambiente com música também e é mais jovem, ou no Sylvia’s, que é um dos restaurantes mais tradicionais do Harlem, com ambiente e músicas bem autênticas.

Para finalizar, suba mais um pouquinho a ilha até chegar no The Cloister Museum. Falamos tudo sobre ele nesse post aqui.

The Cloister Museum, um museu super diferente em NY. Fica quase no final da ilha de Manhattan, bem ao norte, em Uptown. Uma delícia de passeio em Nova York.

Dia 4 – Upper East Side, Central Park, Upper West Side e Meatpacking

Dia de explorar o gigantesco Central Park e seus arredores. Mas antes, porque não passar no Lincoln Center, conhecê-lo de dia e ver se há algum Ballet ou Ópera para assistir a noite?

Pertinho do Lincoln Center já estará o Central Park. Entre pelo parque pela entrada do Columbus Circle e aproveite para conhecer a rotatória mais famosa da cidade. Uma vez dentro, é interessante conhecer os principais pontos como o Sheep Meadow (grande campo de grama), o Strawberry Fields, o Lago, o Zoológico e outro ponto que você se interessar. Mas, não deixe mesmo de caminhar pelo “The Mall” até chegar no Terrace e na Bethesda Fountain, que é um dos pontos altos do parque na minha opinião. É simplesmente lindo!

NYC_centralpark

Sheep Meadow, no Central Park

Ao chegar lá, você estará perto do lado Leste (Upper East Side) e, se sair do parque, estará na Quinta Avenida. A Quinta Avenida tem um trecho apelidado de Museum Mile, pois é uma milha onde estão concentrados diversos museus, entre eles, o Metropolitan Museum of Art e o Guggenheim, que são os mais famosos. Além disso, a própria fachada e escadaria do Met é uma atração a parte.

Fachada do Metropolitan Museum

Fachada do Metropolitan Museum

Daqui você pode entrar mais para o meio do bairro para ver a arquitetura bonita da Park Ave ou fazer compras e passear na Lexington, ou pode cruzar o Central Park novamente para ir até o Museu de História Natural e saborear o mais gostoso cookie da cidade, o cookie da Levain Bakery, uma portinha na rua 74 que te leva direto para a tentação. Não deixe de passar em algum momento por lá!

A noite, um lugar ótimo para conhecer é o Meatpacking District. Uma região pequena dentro do bairro de West Village e que tem uma bela concentração de bares, baladas e restaurantes. Daí é só escolher o que faz mais o seu estilo, como o restaurante Spice Market ou Fig and Olive, o mercado Chelsea Market (aberto até as 21h), o bar Catch ou o hamburger do Spotted Pig ou o Biergarten do Hotel Standart, que é bem gostoso e tem um ambiente mais informal e com público mais jovem.

Dia 5 – Brooklyn 

Dia de passeio pelo Brooklyn, um dos cinco boroughs de Nova York (os outros são Manhattan, Queens, Staten Island e Bronx). Aqui os principais programas são: cruzar a Brooklyn Bridge, ir até o Brooklyn Bridge Park, conhecer o Jardim Botânico do Brooklyn e o Prospect Park, passar pelo Barclay’s Center e comer em algum dos ótimos restaurantes da região. Deixaremos para conhecer Williamsburg (uma sub-região do Brooklyn) em outro dia.

Cruzar a Brooklyn Bridge no verão pode ser dureza porque é muito calor e você fica 100% exposto ao sol.  Então a dica é fazer esse programa bem cedo para não pegar sol forte na cabeça. Agora, se for inverno, faça o contrário, veja um dia com pouco vento e sol, para conseguir caminhar por tanto tempo ou pegue uma bicicleta para fazer a travessia mais rápido. O sentido Brooklyn-Manhattan é mais bonito porque você fica de frente para o skyline de Manhattan. Mas, eu mesma fiz o sentido oposto (Manhattan-Brooklyn) e parava para olhar a vista ao meu redor de vez em quando. Se você estiver a pé, não tem muita crise.

Brooklyn_bridge

Brooklyn Bridge

Depois de atravessar (sentido Manhattan-Brooklyn), você chegará pertinho de um parque chamado Cadman Park. Atravessando esse parque já está o Brooklyn Heights, o bairro histórico do Brooklyn, que tem uma arquitetura antiga e muitas árvores e rende uma caminhada bem agradável até chegar ao Brooklyn Heights Promenade, um passeio na beira do rio que tem uma bela vista dos prédios modernos e novos do sul de Manhattan. Aqui nesse bairro há vários restaurantes e bares na Henry St. e o famoso Teresa’s na Montague St., que tem o tradicional pierogi, típico da Polônia.

Daqui, caminhe até o Brooklyn Bridge Park, parque que fica bem na beira do rio e embaixo da ponte do Brooklyn. Aproveite para tirar boas fotos, tomar um sorvete na Brooklyn Ice Cream Factory.  Aqui perto tem uma unidade da rede Shake Shack e uma pizzaria bem famosa que vive com fila na entrada, a Grimaldi’s. Eu, particularmente, me decepcionei um pouco com a pizza, achei um pouco “americana” demais pro meu gosto, por mais que eles se denominem autênticos italianos. Na minha opinião, há melhores como a pizza do Roberta’s, da Marta Pizzaria, do Artichoke e a do Café Fiorello.

Sorvete delicioso de chocolate e oreo da Brooklyn Ice Cream Factory, com a vista da ponte do Brooklyn ao fundo.

O sorvete e a ponte do Brooklyn.

Para quem quer explorar ainda mais o bairro, entre ainda mais até o Jardim Botânico do Brooklyn e o Prospect Park. Lá perto está o Brooklyn Museus e um restaurante super interessante que chama Bar Corvo. Um pouco mais ao norte está o Barclay’s Center, onde tem a famosa arena que tem grandes shows e eventos esportivos e o restaurante sul africano Madiba’s, que fica em uma área com poucos turistas e mas moradores e frequentadores do Brooklyn.

Dia 6 – Williamsburg e Bushwick 

Deixe para fazer o roteiro do dia de hoje de preferência em um sábado (ou também domingo).
Williamsburg é um bairro dentro do Brooklyn e é lugar onde muitos jovens saem a noite, onde há opções mais descoladas de restaurantes e bares.

Roteiro para passar um dia em Williamsburg

Mais um roteiro para andar bastante curtindo o visual da cidade. É fácil chegar a região de metrô, e a estação Bedford te deixa no coração do bairro. Passeie pela Bedford Ave e pela Berry Street, onde há muitas lojinhas, cafés e restaurantes.
Depois (ou antes, como preferir), caminhe até a região do Waterfront e vá até Smorgasburg, uma feirinha gastronômica deliciosa que fica na beira do East River e tem uma vista incrível de Manhattan (durante o inverno a feira acontece em um local fechado). Você pode almoçar pela feirinha, ou escolher algum dos restaurantes em Williamsburg.

Smorgasburg no verão

Smorgasburg no verão

Para quem quer hamburger, o Umami Burger é uma bela pedida, principalmente se você gosta de comida com trufas! Se você quer uma comida gostosa e Kosher, o The Gorbals é o seu lugar. Se você faz o estilo alta gastronomia, vá ao restaurante Blanca em Buscwick (outro bairro do Brooklyn que fica perto de Williamsburg).

Depois, nossa sugestão é curtir uma música ao vivo, um jazz e soul gostoso em um ambiente agradável (e com boa cerveja!). Tudo isso rola no Radegast Hall & Biergarten. Se você quer algo mais “chill” e um pouquinho mais formal, com música mais lounge e uma vista linda, vá até o Whyte Bar, um restaurante na cobertura do Whyte Hotel na Whyte Ave (fácil, não?).
Se você quer ir a uma cobertura, mas uma bem informal, cheia de jovens e fora da rota turística, vá ao Berry Park, que é uma gracinha e fica uns dois quarteirões mais afastado da muvuca de Williamsburg.

Para finalizar a noite você pode ir a uma das baladas de Williamsburg como a Output, ou se quiser algo mais light, termine comendo uma pizza deliciosa no Roberta’s, um lugar super jovem e agradável em Bushwick e com pizza boa e sem ser super massuda (algo raro por aqui…).

Pizza do Roberta's.

Pizza do Roberta’s.

Bushwick merece uma visita um pouco mais demorada e especial, mas pode ficar corrido fazer os dois bairros em um só dia. Se conseguir, vá bem de manhãzinha para lá para ver os murais do bairro ou no meio da tarde (daí já fica para jantar no Roberta’s ou em outra das nossas indicações.

Para um roteiro mais detalhado sobre Bushwick, veja esse post

Painel em Bushwick.

Painel em Bushwick.

Dia 7 – Dia livre

Esse dia é um dia livre para você preencher com o que achar melhor ou com o que te interessar mais. Esse pode ser o dia do seu vôo, então é bom separar um tempo para fazer checkout, arrumar as malas e etc.

Você pode usar esse dia também para descansar, para relaxar ou andar de bicicleta no Central Park, visitar alguma atração que ficou para trás nos dias anteriores, ir em algum museu que não foi, como o Museu de História Natural ou algum museu específico, e etc.

Se você sonha em ver um jogo da NBA, também pode encaixar o dia livre em algum dia que houver uma partida. Um dos principais estádios dos EUA, o Madison Square Garden, recebe jogos de basquete quase toda a semana, e não é difícil conseguir os ingressos não. Dá para comprar com antecedência na WePlann e pagar em Reais, sem IOF e em até 12x (link para compra aqui).

Se curtiu a vibe de Williamsburg, talvez seja uma boa pedida dedicar um tempinho a mais em Bushwick agora. Se você for no verão, pode ir até uma das praias em Nova York. Se for no inverno, pode patinar no gelo no rink do Central Park, o Wollman Rink ou no do Bryant Park. Se quiser aproveitar para fazer mais compras, pode ir até um outlet (o Woodbury é um dos maiores e mais conhecidos) ou tirar o dia para ir nas grandes lojas na própria ilha.

PS- Esse dia pode acontecer no meio da semana também, não precisa ser no último dia da viagem, já que o roteiro foi pensado por dias isolados.

NYC

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  • Marcela como é Nova York em março? o frio é intenso? pode atrapalhar os passeios externos?

    • Arlete,
      em março ainda é bem frio em Nova York. Se ele vai ser muito intenso ou não depende de uma série de variáveis imprevisíveis. Além disso, pode ser mais frio na primeira quinzena de março do que na segunda quinzena. E também varia ano a ano, com invernos rigorosíssimos em um ano e mais ameno em outros. Difícil prever.
      O que podemos é te passar as médias de temperaturas, calculada historicamente ao longo dos anos.
      -Primeira quinzena: mínima de -1 e máxima de 8 graus celsius.
      -Segunda quinzena: mínima de 3 e máxima de 13 graus celsius.
      Eu particularmente acho que dá pra passear bem em NYC em março, mas você PRECISA levar o casaco certo e boas roupas de frio para conseguir fazer passeios externos por mais tempo. Dá pra deixar os passeios externos para o período da tarde, quando está mais quente, e fazer um museu de manhã, ou compras… e sair para jantar ou assistir um musical a noite.

  • Fernando

    Concordo totalmente com a decepção com a pizza do Grimaldi’s! Também achamos mais ou menos a superfamosa e falada pizza do Lombardi’s. Por outro lado gostamos muito, por exemplo, da Kesté Pizza & Vino e da Big Nick’s. Mas o cúmulo foi ADORAR a 2 Bros Pizza!! Pizzaria barata e simples, hangout de taxistas! Na esquina da 25th St com a 6th Ave.

    • Fernando, achei seu comentário genial! hahaha
      Até me deixou com vontade de experimentar as pizzarias que não conheço ainda (principalmente a 2 Bros Pizza que já ouvi falar, nunca fui, mas já considero pacas).
      Eu tenho uma relação emocional especial com a Artichoke, acho que de tanto ir na madrugada pra comer pizza de alcachofra, que definitivamente não é minha escolha de sabor usual nas pizzarias do Brasil.
      Obrigada pela visita e comentário. Adorei! =)

    • Está no “dia 1” Thammy. É o passeio de barco até a Lady Liberty (Estátua da Liberdade).
      Eu particularmente não gostei muito quando fui, mas entendo que é algo legal de se fazer porque a estátua é bem icônica e representa bem Nova York.
      Vou dar uma segunda chance e fazer o passeio novamente na minha ida para NY em junho desse ano. =)

  • Boa tarde Marcella, eu e meu marido vamos pra NY dia 12/04/17 e retornaremos dia 21/04/17, gostaria de saber se tem contato de pessoas que alugam apartamento? Obrigada,
    Josyane

    • Puxa Josyane, ainda não tenho contato de pessoas que alugam apartamento em NY.
      Por enquanto temos em alguns lugares da Europa que já ficamos, como Paris.
      Se souber de alguém eu te aviso, ok?
      Beijos e boa viagem!

  • Oi Marcella, vou pra NY em janeiro 10 dias, bem no friozao, da para fazer todos os pontos turisticos abertos tb? Pensei em um bate volta em Filadelfia,
    compensa ir ? O visual compensa no inverno? Abçs

    • Oi Claudia,
      eu fui em janeiro uma vez também e peguei um super frio e uma nevasca.
      Se pegar frio, você vai acabar preferindo fazer programas indoors, mas não se preocupe que NYC tem um monte!
      Ir a museus como o MoMa, Met, Museu de História Natural e etc. Ir ao teatro durante a noite (alguma programação da Broadway, off-Broadway ou algo do tipo), conhecer restaurantes, ir em lojas como Barney’s e Macy’s, ir em mercados como o Chelsea Market.
      Além disso, lá pro meio do dia, quando tiver mais quente, dá pra fazer programas em lugares mais abertos, como visitar o Central Park, andar pelas ruas, patinar no gelo e etc. Eu acho NY no inverno um charme e uma experiência totalmente diferente da que temos por aqui.
      Se pegar nevasca não da pra fazer nada por um dia inteiro mais ou menos, mas elas não são tão frequentes assim e acontecem umas duas vezes por inverno e duram um ou dois dias no máximo (e no final é uma experiência também e tudo fica branquinho e cheiooo de neve).
      Não conheci a Filadélfia no inverno… =(
      Mas fica bem pertinho de NY, já viu nosso post sobre bate e volta pra Filadélfia?
      Espero que a resposta tenha ajudado! Veja aqui também outras dicas que já demos de NYC!
      Boa viagem!!

  • Parabéns. Gostaria de saber quanto eu gastaria mais ou menos para ficar 7 dias em NY com minha esposa?

    • Bispo, tudo bem?
      Responder isso é tão complicado porque depende muito do seu estilo de viagem e de gastos.
      Alguns exemplos hipotéticos para ajudar a esclarecer isso:
      Numa viagem bem low cost, você consegue fazer vários programas de graça e pagar barato em um hotel ou apartamento no Brooklyn (afastado das atrações principais da ilha) e se alimentar na rua e em restaurantes baratos. Você não terá muito conforto e mordomias, mas conseguirá gastar pouco (até uns U$150 por dia pelo casal).
      Em uma viagem confortável, ficando em um hotel simples e mais perto das principais atrações, comendo em restaurantes gostosos e não tão caros, você consegue gastar até U$400 por dia.
      Em uma viagem mais luxuosa, em bons hotéis em Manhattan e fazendo todas as refeições fora, você vai gastar mais de U$600 o casal por dia.

      Nesse caso, nossa sugestão para esse cálculo é: coloque as datas da sua viagem e veja os preços de hotéis em diferentes regiões pelo booking.com. Faça o mesmo também para ver preços de aluguéis de casas e apartamentos pelo airbnb.
      A partir dai você terá uma ideia de quanto vai gastar com hospedagem.
      Com alimentação, calcule em média U$30 a U$80 por casal para almoço e jantar (sendo 30 para um fast food ou algo simples e 80 para refeições completas em restaurantes). Também calcule um extra para café da manhã, lanchinhos da tarde, sorvetes ou chocolate quente e etc. U$30 o dia por casal deve bastar (e sobrar).
      Compras: é claro que depende do que você quer comprar. =P
      A maioria dos passeios gostosos em NYC são de graça, como andar pelo Central Park, cruzar a Brooklyn Bridge, ver a vista da cidade de Williamsburg, andar pelo High Line Park e passear no Chelsea Market, visitar o memorial 11 de setembro… O que fica caro é subir nos prédios altos e famosos como One World e Empire States para ver a vista da cidade.

      Tudo isso para dizer que é difícil chutar um valor aleatório e que é possível gastar muito ou pouco em uma viagem, dependendo do estilo.
      Espero ter ajudado de alguma forma.
      Se quiser, podemos analisar o seu caso e montar um roteiro completo com passeios, dicas de hospedagem e gastos para você. Oferecemos esse serviço de consultoria personalizada para ajudar a montar a sua viagem. Se interessar, mande um email pra gente no [email protected]em.com.br .
      Beijos e boa viagem!

      • MArcella parabéns pelo blog. Esse seu cálculo de 150 ou 200 tb inclui o valor da hospedagem para o casal ?
        Você tem algo falando sobre o uso do transporte público e a opção mais barata etc ?
        Vale a pena comprar o city pass?
        Agradeço desde já

      • Oi Priscila,
        obrigada pelo seu comentário, nos deu novas sugestões de artigos para escrever! =P
        Desculpe se não fui muito clara, vou tentar esclarecer aqui e também depois escreverei um post mais detalhado com gastos em NYC.
        150 a 200 dólares por dia é em uma viagem beeem low cost mesmo, se hospedando em lugares afastados, em hostels e hotéis sem luxo, e economizando ao máaaximo na alimentação e fazendo apenas passeios de graça ou muito baratos.
        O que você vai gastar também depende da época que você vai a cidade.
        Uma média boa e confortável, ficando em Manhattan, é calcular 200 dólares para hospedagem e 100 para alimentação (para o casal).
        Para economizar em ingressos para a Broadway, fizemos esse post cheio de dicas boas e testadas.
        Depende muito do que você quer fazer para comprar o city pass, então não saberia te dizer se vale a pena ou não.
        As linhas de metrôs em NYC vão a qualquer lugar e, depois que você entende o funcionamento, é bem fácil se locomover. Tem um passe de 1 semana pegando metrô quantas vezes você quiser que custa 30 dólares (mais 1 dólar que é o preço do cartão). Acho uma ótima opção para quem está fazendo turismo por lá e o jeito mais rápido e prático.
        Espero ter ajudado e esclarecido um pouco mais suas dúvidas.
        Beijos, Marcella

  • Ótimo roteiro. Só não fizemos o Brooklyn, achamos que era longe e tinha tanta coisa para conhecer em Manhattan que ficamos por lá mesmo. Ficamos 10 dias, mas 7 dá para conhecer quase tudo por lá.

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